Lá pelo fim dos 1800, na zona dos lagos, ao Sul Oeste do Rio Negro, Neuquén e Chubut, a imigração foi em geral européia. Aqueles colonos chegaram da Itália do Norte, da Suíça, da Áustria, da França e da Alemanha. Chegaram passando condições muito difíceis, já que na zona não havia rotas. Muitos chegavam pelo Chile e depois faziam a rota dos lagos e rios até chegar a pequenos vilarejos que havia naquele tempo, além dos povos indígenas.
O trabalho de se assentar foi muito difícil desde que era necessário produzir uma variedade de alimentos para sobreviver. Assim que outros novos imigrantes chegavam, a variedade de alimentos era cada vez maior, junto com a bagagem cultural e um forte componente em Chocolataria e Pastelaria.
“O Chocolate” foi então um verdadeiro protagonista. Tornou-se um elemento digno de ser compartilhado entre as distintas famílias, conseguindo um rico intercâmbio de técnicas, costumes e tradições para a sua produção.